Oi, tudo bem?

•setembro 14, 2008 • 9 Comentários

Todos estamos cansados de escutar “…não é o que você diz, mas como você diz…”. Concordo parcialmente. Acredito que a forma que dizemos algo é muito importante, mas não podemos negar que certos assuntos geram reações mais positivas do que outros. Um opener de opinião é muito mais intrigante do que um “oi”. E já que nós conhecemos os super openers, isso é ótimo, não é?

Depende…

 

Não me entendam mal, sou um grande fã dos openers complexos e elaborados, mas ultimamente tenho me focado no opener universal. “Oi, tudo bem?”. Por quê? Simplesmente para ver se consigo.

Quando utilizamos apenas openers mais elaborados corremos dois grandes riscos.

1- Dependência de material pronto.

Se em algum momento você não puder utilizar um opener elaborado, seja porque não passou perfume nos pulsos, porque não está usando seu colar extravagante ou porque já utilizou seu opener em alguma amiga da garota que você está interessado, o que você vai fazer? Pode parecer que estou forçando a barra, mas esses momentos acontecem. E quando acontecerem, pensar “Ah se eu pudesse usar aquele meu super opener à prova de balas…” não vai ajudar.

2 – Dependência da reação das garotas.

Quanto utilizamos um opener interessante, a reação das meninas tende a ser mais positiva e mais energética. Mas o que acontece quando você não recebe esse feedback logo no início? O que acontece quando a menina mal responde ou não entra na sua conversa? Se estamos acostumados apenas com esse tipo de reação, quando ela não acontece acabamos deixando a peteca cair.

 

 

Encare a utilização do “Oi, tudo bem?” como um teste. Ninguém precisa deixar de utilizar seu repertório. Mas a utilização de openers complexos deve ser uma opção sua. Você deve utilizar outros openers porque você quer e não porque você é incapaz de dizer “oi”. Se você ainda não consegue, não é o fim do mundo. É apenas um indício de que você ainda está dependente de “material enlatado”.

Não podemos deixar fatores externos ditarem nosso humor e estado mental. Lembre-se: O objetivo final é termos confiança independente de qualquer coisa.

Continuem praticando!
Forte abraço
Insane
Anúncios

Mantenha seu humor

•abril 5, 2008 • 4 Comentários

Você está na balada e se perdeu de seus amigos. Talvez eles já estejam com alguma garota. Você está sozinho. Algumas horas já se passaram e você não conseguiu nenhum resultado positivo. Ou pior, talvez você nem tenha tentado nada. Não conversou com ninguém. Você começa a se sentir desconfortável. Parece que as portas estão se fechando… Sua mente começa a te dar razões para você não tentar mais nada e apenas ir embora. “Onde estão todas as garotas daqui?”, “Todas as garotas que estavam afim de ficar com alguem já estão com alguém”, etc, etc, etc. Nessa hora você só pensa em desistir…

Se alguém ja sentiu essa sensação, sabe que não é nada agradável. Mas o mais interessante é que, todas as coisas que você está pensando, todas as razões que você encontra para acreditar que sua noite acabou, simplesmente não existem.

Quando decidiu sair de casa pensou: “Eu sei o que fazer. Eu sei o que dizer. Essa noite vai ser show. Eu vou conversar, vou atrair e vou ficar com alguém. Não tem erro”.

Pessoalmente eu não vejo nada de errado em ter um pensamento otimista. O problema é que você cria uma realidade na sua mente. Quando você chega na festa e a realidade que você criou é diferente da que você está percebendo a sua volta, você sente que algo está errado.

O que está acontecendo é que você está deixando a percepção que você tem do ambiente a sua volta determinar como você se sente. Isso significa que todos aqueles pensamentos positivos que você tinha antes de sair de casa eram apenas uma fina camada de positividade que estava cobrindo uma grande massa de duvida e incerteza.

O seu objetivo final é manter seu humor e se divertir independente das influências e do retorno que o ambiente ou as pessoas estão lhe dando. O SEGREDO E SABER QUE VOCÊ É O QUE É INDEPENDENTE DO QUE POSSAM DIZER. Isso não é algo que acontece da noite para o dia. Talvez você precise de prática. Mas o fato de notar que certas vezes se sente mal e tentar sair dessa situação é um bom começo.

Segue uma dica. Quando começar a se sentir assim, pare tudo o que estiver fazendo. Pare de pensar. Respire fundo. Se você sentir que está ansioso ou agitado, tente relaxar. Sorria. Olhe ao seu redor. Perceba as pessoas ao seu redor. Acalme-se. Encontre alguma garota e vá conversar. Pense na conversa que você vai ter apenas como um simples bate papo. Não se preocupe com o resultado. O objetivo da conversa agora é tirar você daquela situação desagradável. Se a garota não for receptiva, faça tudo novamente e encontre outra.

Parece óbvio, mas quando estamos nesse estado de ansiosidade, começamos a pensar demais. Nossa mente acelera e não notamos mais as garotas à nossa volta. A única coisa que chama a nossa atenção são as coisas ruins. Você começa a focar apenas nas razões que sua mente criou para você acreditar que a festa “terminou”. Se você se aproximar de alguma garota nesse estado, vai estar nervoso e falar rápido demais. E o pior de tudo, vai depender da aprovação dela para se sentir bem…

Quanto menos você pensar, melhor.

Antes de sair de casa não pense demais em ser aquele super “pegador xavequeiro”. Pense apenas em como você vai se divertir, não importa o que aconteça com os outros. Mas atenção, não fique se divertindo apenas com seus amigos. Seu objetivo é conhecer gente nova. Vá conversar com pessoas que você não conhece. Se por acaso você começar a entrar naquela neurose, siga a dica que dei. Com certeza é melhor do que simplesmente aceitar o fim da festa como uma derrota.

Pratiquem sempre!
Forte abraço
Insane

E quem precisa de um motivo???

•janeiro 3, 2008 • 7 Comentários

Eu não preciso. Você com certeza também não precisa. Não há necessidade de motivos.

 Então porque diabos estamos sempre tentanto achar um motivo para abordar as pessoas. Porque precisamos achar ou inventar um maldito motivo para “chegar” naquela garota?

Na verdade existe um motivo. Nós estamos atraidos por ela. Ok, nada de errado com isso. Se não fosse esse motivo a maioria nem olharia uma segunda vez para a garota.

ihaa.jpg

Daqui partimos para duas ações, pelo menos a maiora de nós:

1. Fingir que existe outro motivo para se aproximar: “Nossa, muito show esse seu chapéu”, “Não nos conhecemos de algum lugar?”, “Você não é a amiga do Fulano?”, etc…

OU

2. Explicitar o motivo verdadeiro da aproximação: “Você é a garota mais linda que já vi, precisava vir te conhecer”, “Estou apaixonado, você está sozinha?”, “To afim de te conhecer, qual seu nome?”etc…

Não condeno a utilização de qualquer um desses exemplos. Se funciona pra você, continue. Se você já conseguiu disparar a atração da garota através de olhares, fama, linguagem corporal, beleza ou qualquer outra coisa, a resposta pode ser positiva.

 Mas homens, como criaturas lógicas, estão atrelados à razão e a motivos para executar ações, diferentemente das mulheres. O problema aqui é que quando qualquer um desses motivos cair por terra, você cai com ele.

slipped.jpg

Vamos supor que você queira conhecer aquela garota linda, que está parada ao lado do bar. E vamos supor também que ela esteja disposta a te dar as informações que você quer (o que não acontece logo de início com a maioria das garotas atraentes).

ELE: To afim de conhecer, qual seu nome?
ELA: Fulana.
ELE: Prazer Fulana, sou Fulano. O que você faz da vida?
ELA: Sou estudante.
ELE: Mesmo? Eu também. Eu estudo direito e você?
ELA: Veterinária…

Você está conhecendo ela e ela até está te dando atenção. Mas notem que a conversa se tornou um monótono interrogatório. Ninguém está se divertindo.

Agora supomos que você vai fazer um elogio sobre o chapéu que ela esta usando. E vamos supor que ninguem mais tenha feito esse elogio. E ainda vamos acreditar que ela vai receber seu elogio com entusiasmo e não vai te dar respostas ríspidas.(O que é um tanto raro, se tratando de garotas atraentes).

ELE: Cara, muito show esse seu chapéu, onde você conseguiu?!
ELA: Obrigado, uma amiga minha emprestou!
ELE: Legal, você e sua amiga tem bom gosto. Eu adoro chapéus.
ELA: Eu também. Mas não uso muito.
ELE: Eu também não uso…

 Ok, a conversa sobre chapéus morreu. Se esse era seu motivo, acabou. O elogio foi feito e você pode ir embora…

nice-hat.jpg

Agora provavelmente você está pensando: “Mas se é assim que funciona, então toda a conversa que eu iniciar vai ter o mesmo destino.”

E a resposta é sim, se você continuar tentando achar o motivo para cada interação.

Aqui é que entra a razão deste post. Se a razão pela qual você foi àquela festa ou ao shopping center é “caçar mulheres”, você vai estar fadado ao que postei acima. Ou você revela seu motivo ou inventa um e tenta fazer com que as mulheres acreditem.

Mude sua razão de sair de casa. Saia de casa para SOCIALIZAR!

A mudança é sutil, mas a diferença é grande.

Quando você vai para uma festa com essa nova mentalidade, você não precisa de um motivo para cada interação. Repetindo. VOCÊ NÃO PRECISA DE MOTIVOS PARA FALAR COM AS PESSOAS!! 

Nessa nova realidade, você pode elogiar um chapéu ou comentar alguma coisa que aconteceu na festa. Mas esse não é seu motivo. Você não está ali por causa da porcaria do chapéu ou para perguntar se elas viram a briga lá fora. Você está ali para conversar e conhecer pessoas. Se o assunto do chapéu acaba, você conta uma piada, você muda de assunto, você conta uma história maluca. Tanto faz.

Certa vez eu estava utilizando o opener do perfume e uma garota achou estranho e falou:
ELA: O que você esta fazendo? Quem é que sai por ai perguntando sobre perfumes?”
EU:Você não sai muito de casa não é?
ELA: O que?
EU: Você sabia que as pessoas vem para festas para socializar? Conhecer gente nova? Conversar? (e em um tom de humor sarcastico completei) Essa conversa ta muito chata. Acho que você tem que sair mais de casa e praticar. Quem sabe nos falamos outro dia…

 E simplesmente sai. Mais tarde, durante a noite, a garota veio me perguntar como estava a pesquisa de perfumes. Nessa história, quem saiu por cima e quem foi a pessoas estranha, que não sabe socializar?

rave.jpg

E adivinhem só? Meu motivo era socializar, certo? Quando ela voltou eu disse:

EU: Ah, enjoei dos perfumes, as pessoas são muito indecisas! Mas olha só, quantas pulseiras você ta usando? Você é cigana? Minha vó constumava dizer os ciganos são as pessoas mais enigmáticas do mundo.  Você tem bastante segredos?
ELA: O que?
EU: Me conta um segredo teu. Tá, não precisa. Me conta uma história tua. Mas uma bem louca!
ELA: Eu não tenho histórias loucas…
EU: Claro que tem. Mas tudo bem. Então imagina que amanhã nos vamos viajar, pra um lugar bem estranho e…

Viram a diferença? Pode soar meio estranho, mas eu sou o cara socializando. Sem qualquer razão eu mudei o rumo da conversa, falando um monte de bobagem. Não estou preso a um assunto.

Outra forma seria tentar “adivinhar” a profissão dela. Chutar uma profissão qualquer e quando ela falar que estou errado, simplesmente vou dizer “tudo bem, mas imagina que você é uma advogada e que nós estamos em lua de mel na disneyland e que o pateta me passa uma rasteira, você processaria o pateta por mim?”

E lá vamos nós falar bobagem novamente. Por que? POR QUE É DIVERTIDO. Se você fizer tudo certo (entonação de voz, humor, contato visual, linguagem corporal, etc) será divertido. Não é por isso que as pessoas vão as festas? Diversão?

socializando3.jpg

Não estou escrevendo para falar sobre humor (pelo menos não neste post). Até porque não é em todo o lugar que você pode sair falando besteira.

Estou falando sobre socialização. Tente sair de casa com esse motivo. Saia na rua, shopping, balada, mercado, faculdade, etc. procurando oportunidades de socializar com diversas pessoas. Quando você encontrar uma garota bonita, fica mais fácil.

UM ALERTA – Socialize, mas quando você estiver interessado na garota, cuidado para não acabar apenas como um “amigo”. Flerte. Brinque. Seja sarcástico. Deixe algumas coisas nas entrelinhas.

 Pratiquem. Não existe outra maneira.

Forte abraço

Insane

Página de openers de situação.

•setembro 16, 2007 • 5 Comentários

Página de openers de situação criada.

Segue o link:

 https://seducaoinsana.wordpress.com/openers/openers-de-situacao/

Forte abraço

Insane

O toque

•setembro 13, 2007 • 1 Comentário

Quantas você já começou uma interação com uma garota e vocês parecem se dar bem e
a conversa flui. Mas por algum motivo a oportunidade para o beijo não aparece. A conexão ficou estagnada.

Muitas vezes você pegou o telefone da garota, marcou um encontro. Então vocês conversam e estão se dando bem, mas o momento para o beijo nunca chega.

Falta aproximação. Falta TOQUE.

Também conhecido como kino, o toque caracteriza intimidade, proximidade e  consequentemente conforto. Quando você inicia o toque e vai escalando (aumentando a frenquencia e intensidade), acaba criando o “clima”. A garota se acostuma com você “invadindo” o espaço dela, se aproximando.

toque.jpg

Sem o toque, quando você tenta beijar a garota, parece estranho, porque será a primeira vez que você está entrando no “espaço dela”. Quando você acostuma ela ao seu toque, as coisas fluem.

Seguem algumas técnicas que podem auxiliar o início do kino.

Leitura de anéis

Através do dedo em que garota usa um anel, é possível identificar algumas características
sobre a personalidade dela. Eu, particularmente, não utilizo as características padrão
que estão na internet. Ao invés disso eu faço uma leitura fria da garota, pois nesse caso
não há chance de erro.

ring.jpg

Caso você não saiba muito sobre leitura fria (cold read), pode procurar na internet
as características que se enquadram com cada anel. Existe bastante material sobre isso.

Teste de confiança

Desconheço o autor do teste de confiança, mas sei que o Style e o Mehow utilizam. Trata-se de segurar as mãos da garota e apertá-las. Note se ela aperta também. Depois, ponha
as mãos dela (palmas viradas para baixo) sobre as suas (palmas viradas para cima),
na altura do seu peito. Baixe suas mãos e veja se ela acompanhã suas mãos ou se as mãos
dela ficam suspensas.

Se ela aperta suas mãos e acompanha suas mãos quando você as abaixa, significa que ela confia em você. Mas caso isso não ocorra, você nao precisa dizer que ela não confia. Apenas diga que ela é uma pessoa desconfiada ou algo parecido. Na verdade, o resultado importa pouco. O benefício desse teste é iniciar o kino.

wondering.jpg

Uma dica: Quando terminar o teste ou a leitura, olhe nos olhos da garota e inicie sua
explicação, seja o resultado da leitura de aneis ou do teste, e não solte a mão dela.
Segura-a por mais alguns instantes. Se ela puxar a mão rapidamente, quer dizer que ainda não se sente confortável. Se ela não soltar sua mão, continue segurando.

Testei as duas técnicas diversas vezes, com ótimos resultados.

 Mas mesmo para os fãs do jogo natural (sem a utilização de técnicas), o toque ainda é necessário. Seguem algumas alternativas:

– Quando vocês estiverem se movendo, toque as costas da garota, como se estivesse  acompanhando ela.

– Diga o quanto ela está tensa e toque/aperte o músculo ao lado do pescoço (trapézio).

– Limpe o cabelo dela, como se estivesse retirando alguma coisa presa.

– Se ela estiver usando relógio, pegue o pulso dela e vire o relógio para você, como se quisesse ver as horas.

Lembrem-se, o toque deve ser sutil e delicado, pelo menos no início.  Somente após algum tempo a intensidade deve aumentar.

Ainda existem muitas outras formas de iniciar o toque. Estarei postando mais algumas em breve.

Continuem a prática.

Forte abraço
Insane

Complemento da regra dos três segundos

•setembro 5, 2007 • 5 Comentários

A regra dos três segundos é tão difundida na comunidade da sedução que desconheço seu autor original. Mas todos se beneficiam dela.
Para quem não conhece, ela consiste em simplesmente executar a aproximação em no máximo 3 segundos após ter visto uma garota que despertou seu interesse. Isso faz com que você não pense em desculpas para desistir. Muitas vezes você vai se aproximar sem ter idéia do que dizer, mas a adrenalina do momento vai lhe mostrar o caminho.

A regra dos 3 segundos é fantástica, mas de início pode aumentar sua ansiedade de aproximação. Pode te deixar nervoso.

yag-rave2.jpg

O que fica subentendido nessa situação é “escolha o alvo e se aproxime em 3 segundos”.
O problema é que muitas vezes, quando alguém vai escolher seu “alvo”, fica parado em
um canto do bar, analisando todo mundo.

O fato de você ficar parado em um canto é nocivo por duas razões. Quando você fica muito tempo no mesmo lugar, as pessoas notam que você está nessa posição, ou seja, vão notar que você está analisando todo mundo. Quando você se aproximar, elas podem identificar você como o cara estranho que ficou o tempo todo no canto “secando” as garotas.

spring-break-night-club.jpg

Outro problema é que se você fica parado em um canto, ou escorado no bar por muito tempo, fica difícil de utilizar a regra dos 3 segundo. A pressão psicológica é maior. Você acaba analisando demais o ambiente e é mais fácil arranjar desculpas. É impossível “entrar em movimemento”. Você fica em “modo de espera” e começa a pensar “aquela garota está acompanhada”, “vou esperar a amiga dela sair”, “vou esperar uma música mais calma”, “vou esperar ela terminar de tomar sua cerveja”.

Lembrem-se: Quando se trata de aproximação, análise demais atrapalha.

O que eu recomendo é que você simplesmente fique pouco tempo parado. Isso não quer dizer que você vai baixar a cabeça e começar a correr feito louco. A proposta é simples.

 – Memorize um opener que você se sinta confortável em usar.
 – Comece a andar pelo ambiente, devagar, relaxado, mas sempre atento.
(o importante aqui é focar seu pensamento no seu opener e em como você vai utilizá-lo).
 – Quando você cruzar por alguém interessante ou por um alvo selecionado, dispare o opener.
  
O fato de você estar andando e de repente localizar seu alvo não deixa tempo para pensar. E como você está pensando no seu opener, é mais fácil dispará-lo. Você acaba sendo pego de supresa pela presença do seu alvo e não tempo para criar desculpas.

rave1.jpg

Outro benefício é a idéia de espontaniedade. Garotas não gostam de pensar que foi tudo programado.
Elas gostam de sentir que as coisas simplesmente acontecem. Se você fica “escolhendo” as garotas por muito tempo, e elas te reconhecem, e a esponteniedade se foi. Você se torna o cara estranho “secando” as garotas.

Quando falo em “secar”, NÃO me refiro ao contato visual e o flerte. A troca de olhares funciona muito bem em diversas situações o que é diferente de ficar analisando garotas descaradamente.

Logicamente, essa abordagem que estou propondo não se aplica a locais muito pequenos. Se você estiver em um pub onde todos estejam sentados, ela não se encaixa. Mas pense nela quando você estiver em uma rave, micareta, balada, shopping center, feira, supermercado, etc…

Faz sentido, não faz?

Vida longa à prática!
Forte abraço
Insane

A importância do aquecimento

•agosto 16, 2007 • 6 Comentários

Recentemente estive em uma feira onde diversas empresas estavam expondo seus produtos e serviços. Como era de se esperar, essas empresas cotratam diversas modelos para chamar a atenção dos visitantes.

Fui incumbido de visitar a feira sozinho e, em um cenário de diversas modelos (alvos) e executivos (concorrência), fiquei um tanto travado. Sozinho, nesse ambiente, não estava me sentindo confortável (para interações).

Logo, não estava seguro o suficiente para sustentar uma interação. E se tem uma coisa que mulheres bonitas farejam bem é a insegurança.

Quando notei que estava nessa situação, resolvi voltar ao básico das interações.

aquecimento.jpg

Aqui que entra a técnica. O AQUECIMENTO.

 Me aproximei de uma das moças responsáveis pela limpeza (sim, a moça da limpeza) e perguntei as horas. Depois perguntei qual o horário de fechamento da feira. Agradeci e sai.

Depois me aproximei de um dos seguranças e perguntei qual o dia em que a feira terminava. Perguntei se o evento era anual. Agradeci e sai.

A terceira interação com uma garota que estava apresentando uma das empresas. Tinha uma beleza mediana. Conversei um pouco sobre a sua empresa, arrisquei algumas piadas. Perguntei de onde era, o que fazia, como era a empresa. Agradeci e sai.

Procurei entao uma garota mais bonita. Me aproximei de uma morena, peguei um panfleto e fiz uma pergunta sobre a empresa. Ela não foi muito atenciosa. Me disse para falar com um dos representantes da empresa em questão.

Tentei novamente. Me aproximei de uma outra garota bonita, de olhos verdes. Peguei um panfleto e perguntei sobre a empresa. Depois perguntei sobre a data de termino da feira e questionei se ela ja estava cansada de estar ali. Comentei que quando acabasse ela teria que comemorar em alguma festa. Ela concordou. Perguntei sobre baladas e bares legais e ela me deu algumas sugestões. Nesse meio tempo chegaram outros visitantes e ela teve de atendê-los.

Desse momento em diante, eu já estava no clima. Eu não sentia pressão social e não estava com nenhuma dificuldade em conversar. Estava solto.

 warm-up.jpg

Com esse relato quero enfatizar a importância de aquecer quando você não está se sentindo confortável.

Quando você entra em um ambiente social, principalmente se o lugar for desconhecido, você acaba ficando tenso e travado. A solução? Comece a conversar.

O segredo está em procurar, inicialmente, as pessoas que estão mais receptivas, mais amigáveis. Não aqueça com a garota mais bonita da festa. Procure funcionários do bar, garotas não muito belas, outros caras que tambem paracem estar sozinhos. Qualquer um que parece amigável.
Converse sobre qualquer coisa. Pergunte, comente, sugira… Mantenha a interação por algum tempo, se despeça e parta para outra.

Com o tempo você se sente mais confortável. Você entra no clima. E quando você chega nesse ponto, interação após interação, a ansiedade da aproximação passa. A partir deste ponto você começa a escolher seus alvos reais. Não há mais limites…

Continuem a prática.
Forte abraço.
Insane.